Serviços

Atuamos em consultoria ambiental para PCH, CGH, hidrelétricas, reservatórios, saneamento básico, rodovias, linhas de transmissão, parcelamento do solo (loteamentos e condomínios horizontais e verticais), entre diversas outras. Temos como clientes construtoras, mineradoras, empresas públicas e privadas de infraestrutura e transporte, consolidadas no mercado, além de atendermos outras empresas de consultoria ambiental.

Atendemos nossos clientes com os melhores serviços voltados ao licenciamento ambiental, através da elaboração de estudos ambientais e condução do processo de licenciamento junto aos órgãos ambientais.

Estudos Ambientais

Para licenciamento ambiental: trabalho técnico realizado através do reconhecimento de fitofisionomias, levantamento das formas de vida botânicas, identificação de espécies, com ênfase naquelas ameaçadas de extinção e avaliação de seu grau de ameaça in situ, aferição da espessura dos caules (fustes) e altura da comunidade arbórea, estimativa de volume de madeira, estudo da fitossociologia (espécies mais importantes) e enquadramento da vegetação nativa frente ao conjunto brasileiro de leis ambientais.

Pode ser realizado por amostragem da vegetação, em áreas mais extensas, ou através de censo (inventário 100%), quando as dimensões e condições do terreno permitem o levantamento de todas as árvores, ou ainda para a contagem de árvores isoladas.

Inventário Florístico Florestal consiste em documento técnico obrigatório para os pedidos legais de supressão de vegetação nativa em áreas florestais contínuas ou o corte de árvores isoladas, devendo ser realizado por profissional habilitado e com Anotação de Responsabilidade Técnica junto ao conselho profissional.

Para elaboração de Planos de Manejo Florestal Sustentável: Nos mesmos moldes metodológicos dos inventários produzidos para fins de licenciamento ambiental, no entanto com ênfase na quantificação de madeira por espécie, levantamento dos recursos florestais não-madeireiros (cascas, resinas, óleos, frutos, sementes, cipós, entre outros) e identificação das espécies (ou indivíduos) imunes ao corte.

Inventário Florístico Florestal produzido para fins de exploração sustentável de recursos madeireiros e não-madeireiros deve apontar os sítios da floresta onde ocorrem os volumes de interesse comercial das espécies cuja exploração seja legalmente permitida, além da disponibilidade de outros produtos florestais.

Os Planos de Manejo Florestal Sustentável devem prever, ao longo do tempo, rotatividade da exploração nos sítios identificados e métodos de retirada (ou “colheita”) de espécimes e produtos florestais que cause o menor impacto possível sobre a vegetação remanescente – levando a um verdadeiro uso sustentável dos recursos naturais, em conformidade com a legislação ambiental vigente.

Quando existe a intenção de supressão de vegetação nativa para implantação de um empreendimento, o órgão ambiental quer saber se o projeto executivo está de acordo com os limites impostos pelas leis e regulamentos ambientais (federais, estaduais, municipais) e de que maneira os procedimentos de corte serão realizados. Para essa finalidade, é indispensável a elaboração de um Projeto de Supressão adequado, com o conjunto completo de informações necessárias para análise dos órgãos ambientais.

O Projeto de Supressão deve conter informações precisas, expostas claramente, a respeito do cumprimento da legislação ambiental, através de dados como: áreas destinadas para supressão de vegetação, áreas florestais remanescentes, volume de madeira de espécies nativas que será suprimido (cálculo realizado a partir da estimativa do Inventário Florístico Florestal), destinação do material vegetal suprimido, procedimentos operacionais para o corte em si da vegetação, como orientação sobre o uso de motosserras, equipamentos de proteção individual, cadastramento, entre diversas outras.

Também se trata de documento cuja apresentação é obrigatória em licenciamentos ambientais (ou mesmo para atividades não licenciáveis) que envolvam supressão de vegetação nativa.

Instrução Normativa nº 11 do IBAMA, de 2014 (IN 11/2014-IBAMA), estabelece as diretrizes para a elaboração, análise, implantação e acompanhamento de PRAD – projetos de restauração (quando possível) ou de recuperação ambiental de áreas naturais que sofreram perturbação, realizados por profissionais habilitados.

De acordo com Artigo 3º da IN 11/2014-IBAMA “o PRAD deverá definir as medidas necessárias à recuperação ou restauração da área perturbada ou degradada, fundamentado nas características bióticas e abióticas da área e em conhecimentos secundários sobre o tipo de impacto causado, a resiliência da vegetação e a sucessão secundária”.

O PRAD é um projeto técnico que consiste em três etapas distintas: elaboração (sendo submetido ao órgão ambiental para avaliação e autorização de implantação), implantação e acompanhamento técnico. Cada uma das etapas requer conhecimentos específicos, buscando avaliar o contexto de aplicação do PRAD e as alternativas técnicas de implantação mais eficientes e de custo-benefício mais adequado.

Bons Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas são aqueles que cumprem a função de promover ganho ecológico, no caso da restauração/recuperação ambiental de uma APP, ou de sanar desafios específicos de engenharia, como a estabilização de taludes de rodovias, por exemplo. Projetos com essas características costumam ser muito bem avaliados nos órgãos ambientais, promovendo um ótimo relacionamento entre o setor público e a iniciativa privada e conferindo assertividade aos processos de licenciamento ambiental em geral.

Os estudos realizados para o levantamento e acompanhamento da fauna silvestre de uma localidade são de extrema importância para a manutenção do equilíbrio ecológico, uma vez que os animais são responsáveis pela dispersão de grande parte das sementes em áreas naturais, especialmente as florestais.

A presença de uma fauna diversa e abundante significa que o ambiente natural que se está observando apresenta recursos (alimentos, água, locais para abrigo, nidificação e procriação) suficientes para suportar essa comunidade de animais silvestres e garantir seus ciclos de vida, perpetuando as espécies.

Pode-se afirmar que os animais são bioindicadores de qualidade ambiental; justamente por esse motivo, tornam-se foco da atenção dos movimentos sociais conservacionistas – havendo casos previstos na legislação em que a presença de uma ou mais espécies de fauna importantes para o equilíbrio ecológico, por sua raridade ou função ambiental, chega a impedir a implantação do empreendimento.

Levando em conta a fragilidade da fauna silvestre e sua dependência direta das áreas naturais para sua manutenção, os estudos de levantamento de fauna silvestre, para fins de licenciamento ambiental, devem contar com alto rigor técnico e metodológico, além de orientação clara a respeito de medidas mitigadoras que deverão ser adotadas a fim de diminuir o impacto sobre cada grupo animal.

Já os estudos de acompanhamento de fauna – normalmente exigidos pelos órgãos ambientais como condicionantes de licenças ambientais, devendo ser realizados ao longo da implantação e/ou operação de empreendimentos impactantes – deve demonstrar claramente os efeitos da atividade sobre a fauna local e a adaptação dos grupos a essa nova conformação ambiental que se apresenta.

Dessa forma, procura-se garantir que esse grupo de seres vivos de extrema importância para o equilíbrio ecológico encontre condições ambientais realmente adequadas para sua existência e perpetuação, conferindo características de sustentabilidade ambiental ao empreendimento objeto de licenciamento.

EAS – Estudo Ambiental Simplificado
RAS – Relatório Ambiental Simplificado
EIA/RIMA – Estudo de Impacto Ambiental
EVA – Estudo de Viabilidade Ambiental
PBA – Plano Básico Ambiental
PCA – Plano de Controle Ambiental
SGA – Sistema de Gestão Ambiental
ECA – Estudo de Conformidade Ambiental
PRA – Plano de Regularização Ambiental
PGRS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Estudos específicos: laudos, laudos geológicos e hidrogeológicos; qualidade da água superficial e subterrânea, diagnóstico do meio sócio econômico, análise integrada, identificação de impactos e proposição de medidas mitigadoras e programas ambientais.

Licenciamento Ambiental

LP – Licença Prévia
LI – Licença de Instalação
LO – Licença de Operação
Autorização para Supressão de Vegetação
Autorizações ambientais diversas

Consultoria Ambiental

Os estudos para avaliação da viabilidade de licenciamento ambiental de imóveis são de extrema importância para o planejamento estratégico da implantação de um empreendimento. Apesar de não se tratar de estudo obrigatório requerido pelos órgãos ambientais, conhecer a viabilidade ambiental de uma determinada área natural frente ao regramento legal, assim como o quanto de intervenções que essa área suportaria, representa uma poderosa ferramenta para o “encurtamento” dos caminhos inerentes ao processo de licenciamento ambiental.

Os estudos para avaliação da viabilidade de licenciamento ambiental de imóveis devem levantar estritamente as condições ambientais do imóvel e seus eventuais passivos, indicando o rol de empreendimentos aptos a serem implantados de acordo com as regras de zoneamento urbano incidentes sobre a localidade.

Nos casos em que o empreendedor já possui uma visão geral das possibilidades de utilização do imóvel, de acordo com suas características ambientais, ou já se encontra em fase de projeto, mas não dispõe da expertise necessária para implementar o licenciamento da atividade em si, existe a opção de consultoria para licenciamento.

Esse serviço parte da checagem completa da conformidade do projeto que se pretende implantar em relação ao conjunto de leis que regem o licenciamento ambiental. Dessa forma, são evidenciados os pontos fortes e as fragilidades do empreendimento em relação ao meio ambiente, permitindo adequações e eventuais mudanças de curso, a fim de conferir maior assertividade ao processo.

De qualquer maneira, tanto os estudos para avaliação da viabilidade de licenciamento ambiental de imóveis como a consultoria para licenciamento produzem efeitos muito benéficos, gerando economia de recursos financeiros, ganho de tempo por conta de processos de licenciamento ambiental com menor quantidade de complementações técnicas e, o que é mais importante, praticando a imprescindível responsabilidade socioambiental – tão difundida no meio corporativo, mas nem sempre praticada da maneira correta.

Gerenciamento de resíduos sólidos
Implantação de plano de gerenciamento de resíduos sólidos
Consultoria ambiental